Jen-Hsun Huang, CEO da NVIDIA, confirmou estes números durante a sua participação na Hot Chips Conference da Universidade de Stanford. Além disso, ele comentou que no mesmo período a potência da CPU apenas triplicará.
Com tal crescimento, parece claro qual será o futuro da computação. Huang comentou que com tal potência será possível a tradução multilíngüe em tempo real e novos e avançados processos de realidade aumentada.
Assim, será possível a existência de aplicações GPGPU como Ray traicing, simulações CGI e estudos moleculares em tempo real. Se atualmente a diferença nas aplicações que fazem uso da GPGPU em relação a uma única CPU são notáveis, em 6 anos nós falaremos de uma diferença notavelmente superior.
A GPGPU é o futuro, isso está claro, e agora só é preciso que mais softwares comecem a usar a potência latente das GPUs e parece que o Windows 7 com DirectCompute e OpenCL vai dar muito o que falar a este respeito.
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