Uma das categorias mais ativas de pragas virtuais no primeiro trimestre deste ano foi a dos worms AutoRun, que atacam unidades USB assim que são conectadas no computador. Outra tendência foi o crescimento de spams utilizando catástrofes como os terremotos no Haiti e Chile, além de outros temas em evidência, como o tablet da Apple, o iPad. As informações fazem parte de um relatório da McAfee, empresa especializada em segurança da informação, divulgado nesta terça (18).
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O mercado online é uma das melhores opções para as compras de final de ano. Mas como se proteger de armadilhas criadas pelos criminosos? Segundo a Symantec, a compra em lojas virtuais se tornou uma tendência, mas ainda existem riscos para os consumidores que não estiverem atentos às boas práticas de segurança na internet.
Uma nova rede de computadores zumbis está utilizando servidores Linux para espalhar malware e outras pragas virtuais na rede. A descoberta, feita pelo especialista em segurança Denis Sinegubko, aponta que as máquinas invadidas rodam dois tipos de servidores.
Uma nova onda de ataques que começou no início deste mês já infectou cerca de 80 mil páginas da web. Visitar um dos sites infectados – muitos deles legítimos – resultará no download e execução de um código que tenta explorar diversas vulnerabilidades para instalar um “kit” de pragas virtuais no sistema. Em uma semana, 25 mil páginas foram infectadas.
Uma nova ameaça digital começou a circular nesta semana em nome da Caixa Econômica Federal. A técnica de phishing, utilizada para enganar usuários e roubar seus dados bancários, aponta para o download de um aplicativo chamado “caixa.exe”, malware responsável por armazenar as informações do usuário e enviá-las posteriormente para criminosos.
A McAfee atualizou sua lista de celebridades mais perigosas da rede. Em 2009, a atriz Jéssica Biel ocupa o primeiro lugar, substituindo Brad Pitt, agora em décimo.
Em uma audiência sobre terrorismo, há mais de um mês, cinco deputados federais ouviram de uma comissão os problemas graves de segurança nas 320 principais redes do governo. As informações da notas taquigraficas da audiência, publicadas hoje pelo colunista Josias de Souza, da Folha de S. Paulo, revelam que crackers fazem 2 mil ataques por hora às redes do governo, entre elas a do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) e a do Banco do Brasil.
A Panda Security, que recebe cerca de 37 mil exemplos de novas ameaças por dia, informou que 71% dos programas maliciosos são cavalos-de-tróia, criados para roubar dados bancários, números de cartões de crédito e senhas para serviços comerciais.